Eduardo Fernando Baunilha
Psicanalista clínico, analista didata e supervisor, especialista em Psicologia da família, mestre e doutor em Letras.
A vida intrauterina tem sido estudada desde os anos 60, tendo uma ênfase
maior no final dos anos 90. Desde então, muito tem se pesquisado e muitos
encontros e congressos realizados no afã de entender o que se passa neste período
da existência humana.
Nos dias atuais, com altas tecnologias, muitos estudos têm-se levantado
sobre como tornar a vida do pequeno ser, seja embrião ou feto, mais agradável e
com menos impactos negativos, para que o futuro indivíduo possa ter uma relação
com o ambiente de maneira mais tranquila, sem muitos traumas e dificuldades.
Neste trabalho, procuramos mostrar como funciona esta vida misteriosa,
desde o encontro do espermatozoide com o óvulo, até os meses finais da
gestação.
Procuramos delinear um caminho que pudesse tornar conhecido como esta
vivência se dá, desenhando o percurso da vida desde os primeiros momentos.
Para tanto, buscamos fontes bibliográficas que pudessem mostrar de
maneira bem clara e precisa como toda a vivência da mãe, seja no âmbito
psicológico, físico, alimentar e sua relação com vícios podem transformar a
vida em progresso em um cidadão preparado e equilibrado ou inseguro e
dependente.
Como o título preconiza, é um estudo breve, objetivo, e que tem como meta
trazer à baila um assunto pouco relacionado à psicanálise ao mesmo tempo que
servir de provocação para futuras pesquisas.
Palavras-chave:
Psicanálise. Vida intrauterina. Palavra.
Psicanalista clínico, analista didata e supervisor, especialista em Psicologia da família, mestre e doutor em Letras.